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4 – Os Sete Centros da Máquina Humana – Parte 1

1 de março de 2016 - Fase A

Tema nº. 4  –  (Parte 1)  –  Os Sete Centros da máquina humana.

 

Ao estudar a anatomia oculta dos seres humanos, descobrimos a existência de cinco centros energéticos inferiores, os quais produzem cinco tipos de energias diferentes, com as quais se é possível comandar toda a máquina humana. Há, ainda, dois centros superiores, cuja atuação de suas energias dentro de nós não é percebida, uma vez que estão inativos. Isso assim se dá, pois estamos desconectados de nossas partes internas (Nosso Pai e Nossa Mãe), devido ao atual mal estado interior em que nos encontramos.

Os cinco centros energéticos inferiores são, portanto, o intelectual, o emocional, o motor, o instintivo e o sexual.

A seguir vamos detalhar o funcionamento de cada uma destas energias dentro de nós mesmos.

 

C.I.   Centro Intelectual (energia mental)

 

Sejamos diretos e claros neste momento: contrariamente ao que se quer convencionar hoje em dia, a mente não é o ‘senhora‘, o centro, do nosso Ser. Ela é tão somente uma das ferramentas que o Ser poderia usar, se estivéssemos mais próximos Dele. Porém, para nosso azar, quem acaba por se utilizar da energia mental são os nossos egos, nossas criações inferiores, animalescas e bestiais, a que damos o nome de ‘mim mesmo‘. Isso faz com que a dor e o erro se espalhem por todos os rincões da Terra.

E, diga-se de passagem, o Centro Intelectual é o centro cuja energia é a mais lenta e grosseira dentre as demais em nosso organismo. Quem é que nunca se deu conta da velocidade superior da energia motora, por exemplo, quando num ato reflexo nos defendemos de algum perigo, sem que os processos raciocinativos tenham a menor participação nisso?

É interessante salientar, ainda, que a mente não é o cérebro. A mente sem o cérebro continua sendo a mente, mas o cérebro sem ela não é nada. É bastante fácil comprovar isso na prática, seja através do desdobramento astral, seja através do desdobramento mental  – este último será em outra oportunidade ensinado, ocasião em que as portas para um sério e profundo estudo do mundo mental – como realmente ele é – se abrirá para cada um de vós.

O fato é que durante o desdobramento astral a consciência, juntamente com o corpo astral e o corpo mental viajam por aí, ou seja, submergem à quinta dimensão da Natureza, instantes em que sentimos, pensamos, etc… normalmente, sem que seja necessária a presença do cérebro, pois este, é claro, permanece na cama com o corpo físico. Aqueles que experimentaram o desdobramento astral não têm dúvidas de que a mente não é o cérebro.

O cérebro, juntamente com o nervus simpaticus, com sua rede de sensíveis malhas de gânglios, é o órgão físico capaz de proporcionar a manifestação do espírito em todas as suas possibilidades no corpo físico.

Não podemos negar que a mente é um instrumento fantástico; um poder que Deus deu aos homens; capaz de maravilhas e prodígios insuspeitos. Um ‘Poder’ de fato, que deveria ser bem utilizado.

Por outro lado, a mente indisciplinada tem a forte tendência de dar valor a tudo, de julgar a tudo de maneira condicionada.  Essa característica negativa da mente acaba por obstruir o acesso à Verdade.

No mundo atual, comum e corrente é impossível ver uma pessoa que não seja escrava dos seus valores.

Urge dominarmos a mente; assenhorearmos-nos dela; caso queiramos conhecer a verdade, a liberdade autêntica e a felicidade verdadeira.

O símbolo esotérico do controle da mente é o de um sábio montado numa mula. Assim, Jesus Cristo entrou em Jerusalém. Assim, Balaão se deixou dominar por ela, perdeu o controle de sua mula, mas logo em seguida voltou a obedecer as ordens do Senhor (Num. 22-24) e soube orientar-se bem. Buda desenvolve todo o seu discurso ensinando aos homens que é indispensável controlar suas mentes para se atingir o Nirvana.

Bem sabemos que para se controlar algo é necessário antes conhecer esse algo, por isso se faz indispensável, antes de tudo, o desenvolvimento do sentindo da auto-observação, caso queiramos controlar nossas mentes de fato. Pois é mediante o sentido da auto-observação que nos tornamos aptos para verificarmos, por nós mesmos, quem são os atores internos que soem manipular a nossa mente.

Pode-se, de uma maneira geral, classificar qualitativamente os níveis mentais, em relação ao seu desenvolvimento. Somente como mera referencia enumeraremos em quatro os níveis mentais. Notem bem que não levaremos em conta a quantidade de informação que uma mente é capaz de guardar, embora a boa memória seja uma característica marcante da mente regenerada ou pouco degenerada. Não obstante, isso, em absoluto, não pode servir de parâmetro para caracterizar uma mente positivamente bem desenvolvida.

O mais baixo nível mental pertence àqueles que não tem nenhum domínio sobre ela. Este é o nível típico das pessoas puramente instintivas, que reacionam a tudo; que agem impulsivamente sob as ordens do subconsciente.

O segundo nível, um pouco superior ao primeiro, assinala já um certo grau de domínio, ainda que incipiente, sobre a mente. Trata-se da mente daquele que apenas crê, sem ver a necessidade de comprovar os fatos. Bem sabemos que a simples crença em uma teoria qualquer, vindo a segui-la fielmente, ainda que aquela teoria seja baseada em virtudes, pode criar fanatismos e limites diversos, além de impedir por completo que a pessoa vivencie e encontre a verdadeira Verdade que é algo vivo e que está, paradoxalmente, mais além da mente. Nesse nível mental encontramos as pessoas que se justificam; que lavam as mãos; escravas da mente e do que dirão.

Os dois próximos níveis mentais já são de pessoas que começam a passar o centro de gravidade pessoal mais para a Essência, cuja sede é o fundo do coração tranqüilo, em detrimento daquelas que a tem centradas mais no ego e na personalidade, e conseqüentemente tem mais domínio sobre suas próprias mentes, fato que não observamos nos dois casos mencionados anteriormente.

Bem sabemos que o ser humano tem duas naturezas intrínsecas. Quero me referir à Divina e à Animalesca. A primeira, vivencia plenamente a verdade em si mesma; a segunda, nada sabe a respeito dela e move-se de acordo com seus condicionamentos. O que caracteriza a natureza animal são os egos, os agregados psíquicos e, somente será possível ver continuamente a verdade, após o havermos eliminado radicalmente essas criações demoníacas de nossa psique. Portanto, o terceiro nível na escala do desenvolvimento mental é o daqueles que começam a levar as teorias à comprovação. Esse tipo de pessoas refazem teorias; refletem em profundidade; repassam hábitos e valores; querem encontrar a verdade; lutam contra sua natureza animalesca e questionam os conceitos petrificados. É a mente típica daqueles que iniciaram um trabalho sério sobre si mesmos, mas não chegaram a atingir a iluminação.

O quarto tipo de mente é a mente típica dos grandes Mestres. Daqueles que se Auto-Realizaram a fundo. Dos Iluminados. Soará até estranho para alguns quando afirmarmos que A mente destes seres é passiva. O fato é que a energia mental é por natureza uma energia passiva. Ela deveria ser um instrumento da alma-livre, posto que é o Ser, mediante a Consciência, quem adentra aos mistérios. É o Ser, o Íntimo, nosso real Ser, que vê a verdade; que é a verdade. A mente dos iluminados é uma mente plástica e que aprende as coisas através da observação direta, silenciosamente. Uma mente intuitiva e que se religou com a do Pai. Esse tipo de pessoa já aniquilou o ego animal de sua natureza íntima e tem a Consciência cem por cento desperta. Uma mente assim não necessita de teorias para se mover; “não necessita de manjares de espécie alguma”. Os Grandes Mestres simplesmente vêem a verdade das coisas tal qual ela é, compreendendo tudo de pronto. Trata-se de um procedimento bastante adverso do qual nos ensinaram na escola para chegarmos àquilo que eles diziam ser a verdade. O fato é que transformando a palavra verdade em uma teoria, limitam-nos em demasia o avanço do Ser até a Verdade autêntica, que é algovivo, dinâmico…

Ora, atualmente, mediante informações já pré-estabelecidas e com a utilização do raciocínio, mediante os processos lógicos, formamos um novo conceito sobre o que seja. Estes procedimentos se baseiam unicamente em nossos processos mentais, limitando, desta maneira, a integral magnitude e potencialidade do Ser. Muitos crêem firmemente que este último conceito baseado unicamente na mente e nos cinco sentidos físicos é a verdade, sem investigarem se as informações pré-concebidas utilizadas de início eram verdadeiras, tampouco se o é a teoria final.

A prova, o experimento, a prova dos nove etc. que nos ensinaram a tirar, para comprovar a nova teoria lançada, apenas prova aquilo que se quer provar, dentro dos limites do relativo, do parcial, do sugestionável, sem mensurar, sequer, todas asconseqüências que gerará a nova teoria contextualizada lançada… e nada mais! Ou seja, prova apenas que o raciocínio foi bem estruturado; não prova se é verdade absoluta ou não. Esse procedimento satisfaz unicamente à mente e muitas vezes ao interesse pessoal. E assim, chegamos até esta pseudo-verdade apenas com a mente e para a mente, tornando a mente, erroneamente, um instrumento ativo e “Senhora“ de tudo, tal qual os pseudo-sábios de agora soem fazer. Deste modo, ao avistarem qualquer fenômeno, primeiro levam a mente até ele, traduzindo-o conforme os conceitos que desenvolveram, sem tentarem ver o novo, ou seja, sem buscarem ver a coisa tal qual ela é, adentrando à mesma, buscando ilimitadamente até a essência em comum, até o Ser, até a Verdade. É assim, pois, que um Mestre Autêntico vê a Verdade à respeito do que for, pois a buscou e a encontrou dentro de si mesmo primeiro, mais além da mente, dos afetos e do corpo físico, mediante a Meditação Transcendental Profunda, religando, deste modo, sua mente com a Mente do Pai “que tudo vê“. É assim, também, que, por pura intuição, um Mestre sabe qual o caminho correto a se seguir, sem necessidade de raciocinar, nem ter teorias pré-concebidas. Apenas compreende tudo de pronto, intuitivamente. Posteriormente, poderá até se dar ao luxo de conceituar aquilo que viu e sentiu. Esses procedimentos são inteiramente incompreensíveis para a mente comum e corrente. Para concluir, diremos que os Centros Mental e Emocional Superiores nos dão acesso direto à Verdade em nós mesmos, à Deus.

Neste momento é imprescindível repassar para os senhores e as senhoras a prática da concentração no coração. Com essa simples prática diária nós começaremos a perceber em nós mesmos como é viver com a Consciência um pouco mais ativa; com a mente sob controle e mais próxima da Verdade e da Intuição.

ATENÇÃO: Ter uma mente passiva não é ter uma mente que aceite tudo. Muito pelo contrário, a mente passiva é a que vê tudo, mas não toca em nada, ou seja, não estanca o fluxo, segue adentrando e investigando cada vez com mais profundidade, seguindo os caminhos da CONSCIÊNCIA ATIVA, cuja sede é o coração tranquilo, em silêncio absoluto, buscando unicamente a verdade como resposta.

Vamos à prática: deitado confortavelmente em decúbito dorsal, o neófito, após fazer as costumeiras orações e um bom relaxamento, intenta levar toda sua atenção ao coração. Isso quer dizer que devemos ter os sentidos e a mente no coração como órgão físico, e ir adentrando cada vez mais, até chegarmos a estar dentro dele. Observar as batidas; imaginar os músculos, as veias, artérias, o sangue em fluxo e refluxo… Sem nos esquecermos que para o sábio imaginar é ver. E ir adentrando cada vez mais… Mesclando com sono e adentrando… com o coração tranquilo e seguindo… Lá nas profundezas do coração vamos ver as moléculas… até chegarmos ao átomo.

Essa prática é bastante importante, e trás consigo vários benefícios. Além de nos doutrinarmos para a concentração, que é base para todas as demais práticas; com ela vamos também nos acostumando a voltar a atenção para dentro de nós mesmos; bem como, faz com que despertemos o chakra cardíaco, que é fundamental para a obtenção de êxito no Desdobramento Astral e Jinas.

Voltando ao tema da energia mental, diremos que o ego, ou melhor diremos, os egos ao se utilizarem de maneira abusiva da energia mental, causam desequilíbrios no centro intelectual, acabando por esgotá-lo. Esse, por sua vez, vendo-se sem energias, necessitando se reequilibrar, rouba aos demais centros para poder trabalhar, vindo a roubar principalmente a energia sexual, que é a energia mais rápida e refinada de todas.

Quando nos auto-observamos, evidenciamos que a mente tende a permanecer continuamente tagarelando e fantasiando. Isso não deveria ser assim, pois tal complacência faz com que se esgote a energia mental, bem como, devido ao mecanismo descrito no parágrafo acima, que se promova o consumo de boa parte da energia sexual.

Contrariamente, o estado interior apropriado, que urge ser conseguido pelos neófitos sinceros, é aquele que se encontra muito próximo do silêncio interior, do aqui e agora, enfim, vendo tudo e não julgando nada. Olhos abertos, mente calada e coração tranquilo. Lembremo-nos sempre do título do clássico livro da Mestra H. P. Blavatsk: A Voz do Silêncio. Esta é a eloqüência da Sabedoria…

A tagarelice interior, que a tudo julga, que a tudo dá valor e que na grande maioria das vezes ocorre de maneira subconsciente é o estado típico do ego no comando do nosso centro intelectual. Assim é, devido à nossa inconsciência extrema e à costumeira licenciosidade para com os nossos egos. Um observador atento se dará conta que os egos se manifestam espontânea e livremente em seu interior, se utilizando constantemente, até o esgotamento, da energia mental.

É desta maneira que os egos atuando no centro intelectual de nossa máquina humana nos dão a conhecer, entre outras coisas, a inveja; os planos do eu, com seus infinitos sonhos e desejos por realizar; fantasias das mais diversas; pensamentos luxuriosos, gerando com isso a morbosidade; orgulho; ideais e padrões de beleza de todas as espécies; conceitos e preconceitos; toda a classe de gostos pessoais, etc., etc., etc.

 

C.E.   Centro Emocional (energia emocional)

 

O centro emocional produz a energia emocional e é sediado em dois plexos: o solar e o cardíaco. Como sabemos, o ego é a deformação da consciência; meros agregados psíquicos. Sem ele seríamos felizes de instante em instante. Ele nos dá a conhecer, para nosso infortúnio, em forma de característicos levantes espontâneos dentro de nossa alma, as emoções negativas. É assim que o nosso ego nos induz a sermos apegados a tudo e a todos; a sentirmos falsos sentimentos de amor; a odiarmos; a sentirmos rancores e ressentimentos; apatias e simpatias; faz-nos apaixonados e sofrermos por amor; invejosos; etc… o ego ainda nos dá a conhecer o medo; os gozos personalíssimos; as vaidades; as alegrias mundanas maliciosas e até perversas, etc…

Por outro lado, Deus é amor. Qual de nós consegue viver unicamente habitado por esse sentimento perfeito? Qual de nós conhece esse sentimento na íntegra?

O Plexo Solar, na altura do umbigo, é o cérebro das emoções. É ali que, infelizmente, são gestados os eus. Por ser um plexo que serve também como depósito de energias sexuais, da união desta energia criadora com as emoções negativas o vulgo acaba por, sem perceber, em certas ocasiões específicas, criar mais e mais eus-diabos. Porém, com o trabalho bem executado dos três fatores de revolução da consciência este mecanismo cessará.

Desgraçadamente, as pessoas comuns e correntes – que se identificam com tudo e com todos – bem como os neófitos que, devido à fragilidade de seus trabalhos interiores, soem se esquecer momentaneamente de si mesmos, ou seja, que abandonam momentaneamente o sabor trabalho e adentram ao modo sabor vida comum, passam ambos a sofrer dos mesmos mecanismos de esgotamento que ocorre com a energia mental, devido ao desequilíbrio causado pela atuação do ego (agregados psíquicos, sete pecados capitais, demônios vermelhos de Seth) no dia-a-dia, o que faz, por outro lado, com que esses egos se robusteçam. E é deste modo que o centro emocional também se vê desprovido de energia e necessite roubar a outros para poder funcionar, vindo a roubar em especial ao sexual, por se tratar de uma energia fina e nobre.

Se bem desenvolvido, no entanto, o plexo solar nos confere alguns poderes, dentre eles o poder da Telepatia.

Há duas coisas, entre outras, que desgastam em demasia a energia emocional e, por conseguinte, devido ao mecanismo anteriormente descrito, também a energia sexual. São elas o ataque de ira e as explosões de alegria e tristeza.

Outro fator a se enumerar quando falamos das emoções é a questão das paixões. As paixões, ainda que alguns achem fundamentais e prazerosas, se mal administradas podem ser perigosíssimas para qualquer ser humano. Na verdade o ato de se entregar completamente a elas é muito danoso, pois além de nos induzir à fantasia, nos levam à inversão dos pólos eletro-magnéticos; sem contar que fazem esgotar a energia emocional e a sexual em pouco tempo. Que cada um se observe detidamente a si mesmos nestes instantes, e vejam os valores mil, os desejos e fantasias sexuais, os exageros emocionais, enfim os vários egos que nestes instantes nos assaltam em morboso festim… Muito melhor será para nós, se aprendermos a amar de verdade, a adorar Nossa Divina Mãe Kundalini e a vivermos com sabedoria; bem como dar um sábio uso à tão preciosa energia sexual. Isso explicaremos em lições posteriores: o como se transmuta a energia sexual, transformando o fogo sexual bestial e os egos, em vontade consciência e amor, respectivamente, ocasião em que despertaremos o Fogo Sagrado do Espírito Santo. Isso não quer dizer que não devemos amar profundamente nossa esposa sacerdotisa e vice-versa. A Gnose se baseia em duas colunas: amor e sabedoria.

Como vimos, o que nos urge é eliminarmos de nosso interior o ego, com todas as suas emoções e pensamentos negativos. Isso somente é possível em definitivo, através do trabalho com os três fatores de revolução da consciência.

O mecanismo de regularização da gestão das energias de cada centro energético, passa inevitavelmente pela morte do eu psicológico. É o ego quem desequilibra o funcionamento dos centros energéticos humanos e sua eliminação fará com que cada centro passe a trabalhar com sua própria energia.

(continua…)

Uma opinião sobre “4 – Os Sete Centros da Máquina Humana – Parte 1

Antonio Carlos Arantes

Estava procurando por esta informação durante muito tempo. Muito obrigado.

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